FPT Industrial

Superaquecimento: Causas, cuidados e os porquês.

Manutenção é fundamental. Isso você já sabe. Mas ainda assim, mesmo com tudo em dia e você tendo o maior cuidado e carinho com sua máquina, pode acontecer de alguma coisa acabar impedindo o motor de absorver, transferir e eliminar calor. Essa breve interrupção de troca de calor com o ambiente externo pode acontecer enquanto você cruza as estradas, rasga os campos ou desbrava o canteiro de obras. E, por isso, abaixo explicamos algumas causas comuns e cuidados.

O líquido de arrefecimento é essencial para manter o funcionamento do motor em temperatura ideal. Já checou o nível hoje? Mantenha as proporções corretas de aditivo e garanta não só a temperatura correta, mas também a vida útil do seu motor.

Baixo nível de óleo também é mau sinal, troque na frequência certa e não reutilize óleo antigo.

Os radiadores e muitos outros componentes do motor são prejudicados pelo superaquecimento. O cabeçote geralmente tem sua tampa queimada e/ou rachada, sem falar nos cilindros que acabam sendo deformados.

Então, fique atento:

  • Fumaça de cores claras ou vapor saindo do motor;
  • Avisos no painel de caminhão ou máquina;
  • Ar quente saindo pelas saídas de ar condicionado e ventilação podem ser sinais de aquecimento. Atue imediatamente e evite maiores problemas.

Tem alguma outra dica? Compartilhe com a gente.

 

Como será o motor do futuro?

Aqui na FPT a inovação é palavra de ordem. Estamos sempre debruçados sobre estudos, análises e testes que consigam entregar desempenho, eficiência e economia.

Na fábrica de Sete Lagoas, Minas Gerais, são produzidos os motores F1 e NEF e é lá que algumas evoluções de cada uma dessas linhas ganhou forma.

Com essas evoluções em mente, como seria o motor do futuro? Que tipo de combustível ele vai consumir, como ele vai garantir desempenho e economia, em quais condições de proteção ao meio ambiente eclético será produzido? Listamos abaixo algumas tendências que podem virar realidade em breve, para todos os segmentos automotivos.

AUTONOMIA DE CONDUÇÃO

Marchas, aceleração, demanda de torque, ativação de turbo e outros recursos podem não depender do condutor. Com alta tecnologia embarcada, os motores serão capazes de identificar falhas e oportunidades de desempenho durante os trajetos e assim, autorregular seus índices.

Combustíveis alternativos

Você não conhecem outros combustíveis além do diesel? Essa agonia pode acabar em breve. Marcas famosas de automóveis já vêm testando soluções para que nossos veículos do futuro precisem de uma carga (possam ser recarregados) para sair rodando por aí, assim como seu celular.

PESO

Os motores são máquinas naturalmente pesadas, dado o seu volume de materiais, sistemas e proteções. No futuro, materiais mais resistentes vão tomar o espaço dos tradicionais aço, cobre, latão e outros. Além de baratear a produção, essa perda de peso vai garantir menos consumo de combustível e mais agilidade e facilidade de manobra. (A FPT já está em constante trabalho para utilizar na sua gama de motores o que há de melhor em relação a ligas metálicas. Por exemplo, nossos motores F1A e F1C já nasceram com cabeçotes de alumínio, o que não só reduz o peso do motor, como também melhora a troca térmica)

Quais são os seus palpites quanto ao motor do amanhã? Deixe seu comentário 🙂

  1. Nanotecnologia: Utilização de fluidos e materiais com nanotecnologia embarcada para reduzir a valores próximos de zero as perdas de energia por atrito
  2. Smart Systems: Utilização cada vez maior de sistemas inteligentes acoplados ao motor que, acionados sob demanda, permitem reduzir a perda de energia. Ex: Smart Alternator, Start Stop…

Combustíveis alternativos

Quando falamos de motores, potência e desempenho, um ingrediente é essencial: o combustível.
Muito além dos combustíveis que conhecemos no dia a dia, como a gasolina, o diesel e o álcool, a FPT Industrial trabalha com alternativas para garantir eficiência, sem prejudicar o meio ambiente.

Assista ao vídeo do nosso especialista Gustavo Teixeira e conheça um pouquinho mais sobre combustíveis alternativos como o Biometano e sua aplicação no mercado brasileiro com a parceria entre FPT Industrial e New Holland.

Dê o play e curta mais um Papo com Potência.

Diferenciais do Motor FPT Cursor 13 – pódio no Rally Dakar 2016 e 2017

Uma das principais competições automobilísticas do mundo, e considerada a mais longa e difícil prova de rali, o Rally Dakar exige alta performance, resistência e grande potência dos motores que equipam os veículos participantes. Em 2017 a FPT Industrial participou pelo sexto ano consecutivo da competição, e o motor Cursor 13 garantiu a terceira e quarta colocação para holandês Gerard De Rooy e o argentino Federico Villagra, respectivamente.

Em 2016, o competidor de Rooy, da equipe “Petronas Team De Rooy Iveco”, com o caminhão Powerstar 501 equipado com motor Cursor 13 com 900 cv, conquistou o primeiro lugar da competição. Outros três pilotos que correram neste ano com caminhões equipados com o Cursor 13 conquistaram posições de destaque no top 10 do ranking geral. Os pilotos Frederico Villagra, Ton Van Genugten e Pep Vila ficaram em 3º, 5º e 10º lugar, respectivamente.

Para aplicação no Rally Dakar, os motores recebem uma preparação especial no Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da FPT em Arbon, Suíça. Fazendo uma comparação, o motor Cursor 13 para uso comercial, utilizado no veículo IVECO Stralis Hi-Way, possui 560 hp e torque máximo de 2.500 Nm. Baseado nessa diferença observada fica fácil perceber que os motores destinados a equipar caminhões que estão no Dakar são desenvolvidos e preparados para esta competição e situação extrema da aplicação.

A linha de motores Cursor 13 traz como características a alta confiabilidade, robustez, potência e rápida resposta, além do respeito ao meio ambiente, presente na tecnologia Euro VI. A seleção da nova geração do motor Cursor 13, de 13 litros, com o hardware da versão Euro VI, permitiu a entrega de 900 cavalos de potência, com torque máximo de 4000 Nm a 1000 rpm. O propulsor com 6 cilindros em linha combina as mais avançadas tecnologias, incluindo a segunda geração do sistema de injeção HD Common Rail, que proporciona mais de 2.200 bar de pressão e garante força e potência para os caminhões.

Twin Turbo e Biturbo: diferentes ou semelhantes?

Carros turbos estão aí desde 1960, mas demorou certo tempo para que fizessem verdadeiro sucesso. Hoje, os turbos estão em todos os segmentos do mercado automobilístico e com isso começaram a surgir diversas discussões sobre Twin turbo e Biturbo.

O blog da FPT explica como entender a diferença – ou a semelhança – entre esses dois. Basicamente, o Twin (“Gêmeo”, em inglês) possui duas turbinas idênticas em forma e função, enquanto no Biturbo, as duas turbinas não são idênticas. Ou seja, Todo Twin Turbo é Biturbo, mas o Biturbo não é Twin.

As duas turbinas ajudam no ganho de grandes potências em curto espaço de tempo. Quanto maior o turbo, maior será a pressão de trabalho, mas também levará mais tempo até que o rotor vença a inércia e o turbo comece a comprimir o ar (o que chamamos de “encher o turbo”). Esse tempo é o chamado “turbo lag” ou “retardo no acionamento do turbo”. Para resolver esse inconveniente você pode usar um turbo menor, mas ele terá limitação física, podendo prejudicar o desempenho em altas rotações.

Hoje em dia já existem várias tecnologias desenvolvidas para redução do lag, mas, há 40 anos, quando os turbos começaram a ser adotados em carros de corrida e modelos esportivos de rua, a tecnologia ainda não era avançada o suficiente, então era impossível combinar lag reduzido a alta pressão e potência. Para obter uma alta pressão de trabalho e reduzir o lag, a solução encontrada pelos engenheiros dos anos 1970 foi adotar um sistema com dois turbos em vez de apenas um. E assim, chegamos aos famosos “Twin turbo” e “Biturbo”.

Agora já deu para entender a diferença entre os dois, certo?

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Óxido nitroso, nitrox ou nitro?

Você já ouviu falar sobre óxido nitroso?

Provavelmente sim, mas não com esta nomenclatura.

O óxido nitroso ou protóxido de nitrogênio, apresentado na fórmula química N2O, é um gás incolor e não inflamável, que serve para aumentar de forma instantânea a potência do motor de um carro. É bastante conhecido, principalmente no meio automobilístico, porém, é chamado apenas de “nitro”.

O nitro (ou Nitrox) é utilizado em motores de combustão interna. Assim como a turboalimentação, a injeção de óxido nitroso nas câmaras de combustão tem como objetivo elevar a massa de oxigênio injetada. Neste caso, o óxido nitroso diminui o aquecimento da câmara de combustão, fazendo com que uma quantidade maior de mistura ar-combustível seja injetada na mesma. Isto permite queimar maior quantidade de combustível numa mesma câmara de combustão.

Nos motores a álcool ou gasolina, a produção do movimento começa pela queima de combustível nas câmaras de combustão. Essas câmaras contém um cilindro, dois kits válvulas (podendo ser 2, 4 ou mais válvulas por cilindro, dependendo do fabricante) – um kit de admissão e outra de escape – e uma vela de ignição. O pistão que se move no interior do cilindro é acoplado a biela que se articula com o virabrequim. O virabrequim ao girar faz com que o movimento chegue as rodas através do sistema de transmissão do carro.

O óxido nitroso pode ser vendido em forma de kit ou por peça, geralmente o kit básico acompanha: um cilindro, solenóides, mangueiras, bicos injetores (foggers) e peças para acabamento, sendo o cilindro a peça de destaque.

Ao contrário do que se pode imaginar, o nitro não explode. Pelo contrário, o óxido nitroso é muito utilizado na área médica e na odontologia. Administrado, juntamente com o oxigênio, possui efeito analgésico e sedativo. Em anestesia geral, a adição de óxido nitroso ao oxigênio permite uma redução da quantidade do agente anestésico mais caro, obtendo-se o mesmo efeito. O óxido nitroso, apesar de fornecer oxigênio, não é um comburente por si só. Portanto, ele é inerte em condições de temperatura e pressão ambientes. Em caso de vazamento ou acidente com o cilindro, mangueiras, ou mesmo falhas, o nitro não oferece riscos.

Para resumir todo esse processo, podemos explicar a funcionalidade do nitro em 3 fases:

1. Resfriamento da mistura admitida, o que aumenta a massa de mistura na câmara de combustão;

2. Combustível e mais oxigênio nos cilindros;

3. Resfriamento das câmaras de combustão do motor (nitrogênio).

Por fim, é importante dizer que o nitro pode ser usado em qualquer carro, então há a vantagem de trocar de carro e reinstalar o kit. O único acerto a ser feito seria a substituição dos giclês (jets), para o acerto de mistura óxido nitroso e combustível.

Gostou do nosso texto? Deu para ter uma ideia melhor de como funciona o famoso nitro?

Então deixe seus comentários, dúvidas e sugestões abaixo.

Conheça o Technical Center FPT Industrial no Brasil

Você já ouviu falar sobre o Technical Center FPT localizado na cidade de Betim (MG)?

O espaço possui uma área total de 4.085 m² e foi criado com o objetivo de atender todas as demandas da América Latina. Dividido em dois andares, com três salas para reuniões e dois salões, o diferencial do espaço é dedicado a área de pesquisa, tendo uma oficina de protótipo com 312 m² para testes e execução dos motores. O espaço ainda conta com uma área ambiental.

Em 2010, a FPT Industrial recebeu a certificação de Bronze no World Class Manufacturing (WCM) em sua fábrica localizada em Sete Lagoas (MG), e agora em 2016 recebeu a certificação de nível Prata, provando mais uma vez o padrão elevado da FPT em seus processos de fabricação.

No vídeo abaixo, com a Gabriela e o Rodrigo, você pode fazer um tour pela Technical Center e conhecer um pouco mais sobre os departamentos e etapas no processo de criação de motores, que movimentam desde máquinas gigantes até geradores de energia.

Clica aí no nosso papo com potência!

 

 

Qual é o melhor óleo para o seu motor?

Pesquisas apontam que 75% do desgaste do motor ocorre no momento da partida. Isso porque, nesse pequeno intervalo, o motor trabalha a seco. Os motores funcionam a partir do movimento de peças e articulações das quais é composto. Enquanto estão em funcionamento, a todo tempo, há partes se movendo e causando atrito no contato umas contra as outras. Essa fricção converte a energia em calor. Para que esse contato não danifique por completo o motor, a lubrificação é de extrema importância e ainda ajuda a economizar energia e deixar o equipamento em boas condições de uso.

 

Na hora da partida, o lubrificante precisa fluir o mais rápido possível para desempenhar o seu papel e ajudar o funcionamento do motor.

Mas como saber qual é o melhor lubrificante?

 

Atualmente, existem vários óleos lubrificantes que, basicamente, ajudam o motor a rodar. A troca regular desse óleo é um dos processos mais importantes para garantir o bom desempenho de qualquer veículo – já que a lubrificação adequada atenua o atrito entre as peças dentro do motor.

 

Por isso, precisamos ficar sempre atentos ao estado de conservação dos componentes básicos do motor, procurando sempre entender quais produtos usar, entendendo como cada um atua, assegurando também o funcionamento pleno do motor e seus sistemas. Nesse momento, a dica básica (e sempre válida) é não deixar de seguir as recomendações do fabricante do veículo na hora da troca do óleo. É preciso observar, ainda, a viscosidade SAE do produto.

 

A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem do produto e, normalmente, é apresentada assim: 0W-20, 5W-30, 10W-40, 15W40 entre outros. Estes números são relativos à viscosidade de produtos automotivos tanto na partida (com o W) quanto na temperatura de regime de trabalho do motor (sem o W), conforme regulamentado pela SAE – Sociedade dos Engenheiros Automotivos;

 

É muito importante utilizar produtos com viscosidade menor no momento da partida. É que o óleo perde um pouco a viscosidade com o calor, o que faz com que seja extremamente importante seguir as orientações recomendadas pela montadora. Quanto maior a numeração, mais viscoso é o óleo, e consequentemente, maior será a resistência à fluidez.

 

Você tem trocado o óleo do seu motor com frequência, em suas manutenções preventivas?

 

Saiba mais sobre o assunto em:

Cuide do seu motor FPT fazendo manutenções preventivas.

Proconve: o que esperar para 2017

Você certamente já ouviu falar (e muito) sobre o Proconve (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores). Em vigor no Brasil desde 2012, o programa tem como objetivo controlar a emissão de poluentes para equipamentos pesados, seguindo um padrão adotados nos Estados Unidos e Europa.

 

O Brasil foi o primeiro país da América Latina a ter esse controle da emissão de poluentes para veículos automotores, que devem passar a emitir no máximo 0,02 g/kWh de material particulado (80% a menos) e de 2,0 g/kWh de NOx – o que representa uma queda de 60%.

 

A lei já é válida para veículos automotores rodoviários, como carros de passeio, ônibus e caminhões. A partir de 2017, os fabricantes de máquinas agrícolas também deverão adequar todos os seus produtos às normas, colocando no mercado equipamentos que não agridam o meio ambiente, a partir de 1º de janeiro.

 

Como vai funcionar?

A partir de critérios técnicos, o Proconve estabelece um limite máximo de emissão de poluentes às máquinas novas, de uso agrícola e de construção, nacionais e importadas, com potência igual ou maior de 37 kW (50 cv) até 560 kW (761 cv). Para 2017, todos os modelos com potência igual ou superior a 19 kW (25 cv) até 560 kW (761 cv) devem atender à exigência.

Esses produtos não poderão emitir mais do que 5,0 g/kWh de CO (monóxido de carbono), 4,0 g/kWh de HC + NOx (hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio) e 0,3 g/ kWh de MP (material particulado similar a norte-americana Tier 3).

 

Pioneirismo

A FPT é a produtora com a maior quantidade de motores homologados em conformidade com a legislação MAR-I no mercado sul-americano. Os motores menos poluentes são encontrados na nova linha de colheitadeiras, como a Axial-Flow Série 130, da Case IH, equipadas com motor Cursor 9, já homologado para atender à norma do Proconve. Além de linhas de tratores da CNH Industrial, máquinas de construção, geradores e sistemas de irrigação de diversos fabricantes.

 

Curiosidade

As emissões de NOx (óxido de nitrogênio) no mundo são de 10 milhões de toneladas por ano, provenientes de fontes naturais (1 milhão nos Estados Unidos) e 40 milhões de toneladas por ano, de fontes antropogênicas (6 milhões nos EUA) oriundas principalmente dos processos de combustão, tais como as emissões automotivas.

 

E você, está preparado para as normas do Proconve?

 

Leia mais sobre sustentabilidade em:

Reduzindo a poluição atmosférica com o Arla 32 nos motores FPT

 

 

Fábrica Brasileira da FPT Industrial celebra prata no WCM

A FPT Industrial, uma das principais produtoras de motores diesel do mundo, recebeu a certificação de nível Prata no World Class Manufacturing (WCM) em sua fábrica localizada em Sete Lagoas, MG. O WCM é um dos mais elevados padrões da indústria para a gestão integrada de unidades produtivas e seus processos de fabricação.

Inaugurada em 2000, o time de 270 funcionários passou por um processo de auditoria que avaliou diversas áreas da fábrica, onde são produzidos os motores das famílias F1, NEF e S8000. A auditoria foi realizada em diversas áreas da planta e avaliou atividades técnicas como gestão, incluindo controle de qualidade, logística, segurança, desenvolvimento pessoal e o compromisso da organização e gestores, entre outros.

Além disso, uma apresentação guiada por lideranças da planta compara melhorias e evoluções da planta e em seguida, os auditores, em companhia dos líderes, conferem se a prática está de acordo com o que foi apresentado na teoria. Nesta etapa, os profissionais percorrem toda a planta para então chegarem a uma avaliação final.
A pontuação alcançada pela FPT Industrial Brasil fez com que a mesma se equipare às fábricas de Turim e Foggia, na Itália, e da planta de Boubon Lancy, na França.

Marco Rangel, presidente da FPT Industrial LATAM comemora: “O WCM é um padrão que tem como base a melhoria contínua e a eliminação de desperdícios e perdas nos processos produtivos. Já havíamos conquistado o nível Bronze em 2010 e fechamos 2016 com essa nova e tão importante conquista, a certificação nível Prata. Elevamos nossos padrões de WCM e graças a nossos investimentos, treinamento e aos esforços de todos os colaboradores conseguimos esta nova classificação”, finaliza.