Embarcação blindada para operação militar na Amazônia carrega motor FPT Industrial

A DGS Defense, Empresa Estratégica de Defesa, em parceria com a FPT Industrial lançam o 888 RAPTOR, com motor N67. Embarcação tática fluvial blindada de alto desempenho, a DGS 888 RAPTOR tem 9,2 metros de comprimento, capacidade de carga superior a 2.000 Kg, visão termal estabilizada, radar de ultra-alta definição e 4 estações para armamento calibres 12,7 e 7,56 mm, atendendo e superando todos os requisitos operacionais e logísticos desejados para uma embarcação dessa categoria.

Tudo isso, impulsionado pelo motor N67 da FPT Industrial, capaz de garantir uma melhor eficiência mesmo nas situações mais exigentes, sem comprometer a vida útil do motor. Este desempenho competitivo é suportado por redução de ruído e vibrações criando uma sensação de navegação extremamente favorável. O motor da FPT Industrial se enquadra na faixa de propulsores “High Speed”. É constituído por 6 cilindros em linha e com volume de 6.7 litros. Equipado com um turbocompressor de alta eficiência, gera 570 hp de potência.

A FPT Industrial, que possui no seu portfólio motores para máquinas agrícolas e de construção, caminhões, ônibus e Grupos Geradores, além dos barcos, desenvolveu o motor N67 para a DGS 888 RAPTOR com características específicas para essa aplicação como confiabilidade e robustez. Para Marco Rangel, Presidente da FPT Industrial, “Fazer parte desse projeto da DGS marca a entrada da FPT Industrial no mercado marítimo no Brasil. No mundo somos referência nessa aplicação, e toda a nossa experiência só irá beneficiar o nosso cliente e o mercado brasileiro”, conclui o executivo.

Além disso, a DGS 888 RAPTOR possui capacidades únicas, como navegar em locais com apenas 50 centímetros de água, mesmo em presença de objetos na superfície ou semi-submersos, como troncos de árvores, além de transportar 15 homens a distâncias superiores a 500 km, a uma velocidade média de 60 km/h.

Uma das maiores vantagens da DGS 888 RAPTOR é ser 100% fabricada com um copolímero de alto peso molecular, conferindo características exclusivas como, por exemplo, retardo de chama, ser insubmergível (por ter uma densidade menor que a água) e ter elevada capacidade de absorver choques, o que a diferencia das embarcações feitas em fibra de vidro e alumínio.

Assista no vídeo abaixo o DGS 888 RAPTOR em ação!

Diferenciais do Motor FPT Cursor 13 – pódio no Rally Dakar 2016 e 2017

Uma das principais competições automobilísticas do mundo, e considerada a mais longa e difícil prova de rali, o Rally Dakar exige alta performance, resistência e grande potência dos motores que equipam os veículos participantes. Em 2017 a FPT Industrial participou pelo sexto ano consecutivo da competição, e o motor Cursor 13 garantiu a terceira e quarta colocação para holandês Gerard De Rooy e o argentino Federico Villagra, respectivamente.

Em 2016, o competidor de Rooy, da equipe “Petronas Team De Rooy Iveco”, com o caminhão Powerstar 501 equipado com motor Cursor 13 com 900 cv, conquistou o primeiro lugar da competição. Outros três pilotos que correram neste ano com caminhões equipados com o Cursor 13 conquistaram posições de destaque no top 10 do ranking geral. Os pilotos Frederico Villagra, Ton Van Genugten e Pep Vila ficaram em 3º, 5º e 10º lugar, respectivamente.

Para aplicação no Rally Dakar, os motores recebem uma preparação especial no Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da FPT em Arbon, Suíça. Fazendo uma comparação, o motor Cursor 13 para uso comercial, utilizado no veículo IVECO Stralis Hi-Way, possui 560 hp e torque máximo de 2.500 Nm. Baseado nessa diferença observada fica fácil perceber que os motores destinados a equipar caminhões que estão no Dakar são desenvolvidos e preparados para esta competição e situação extrema da aplicação.

A linha de motores Cursor 13 traz como características a alta confiabilidade, robustez, potência e rápida resposta, além do respeito ao meio ambiente, presente na tecnologia Euro VI. A seleção da nova geração do motor Cursor 13, de 13 litros, com o hardware da versão Euro VI, permitiu a entrega de 900 cavalos de potência, com torque máximo de 4000 Nm a 1000 rpm. O propulsor com 6 cilindros em linha combina as mais avançadas tecnologias, incluindo a segunda geração do sistema de injeção HD Common Rail, que proporciona mais de 2.200 bar de pressão e garante força e potência para os caminhões.

Twin Turbo e Biturbo: diferentes ou semelhantes?

Carros turbos estão aí desde 1960, mas demorou certo tempo para que fizessem verdadeiro sucesso. Hoje, os turbos estão em todos os segmentos do mercado automobilístico e com isso começaram a surgir diversas discussões sobre Twin turbo e Biturbo.

O blog da FPT explica como entender a diferença – ou a semelhança – entre esses dois. Basicamente, o Twin (“Gêmeo”, em inglês) possui duas turbinas idênticas em forma e função, enquanto no Biturbo, as duas turbinas não são idênticas. Ou seja, Todo Twin Turbo é Biturbo, mas o Biturbo não é Twin.

As duas turbinas ajudam no ganho de grandes potências em curto espaço de tempo. Quanto maior o turbo, maior será a pressão de trabalho, mas também levará mais tempo até que o rotor vença a inércia e o turbo comece a comprimir o ar (o que chamamos de “encher o turbo”). Esse tempo é o chamado “turbo lag” ou “retardo no acionamento do turbo”. Para resolver esse inconveniente você pode usar um turbo menor, mas ele terá limitação física, podendo prejudicar o desempenho em altas rotações.

Hoje em dia já existem várias tecnologias desenvolvidas para redução do lag, mas, há 40 anos, quando os turbos começaram a ser adotados em carros de corrida e modelos esportivos de rua, a tecnologia ainda não era avançada o suficiente, então era impossível combinar lag reduzido a alta pressão e potência. Para obter uma alta pressão de trabalho e reduzir o lag, a solução encontrada pelos engenheiros dos anos 1970 foi adotar um sistema com dois turbos em vez de apenas um. E assim, chegamos aos famosos “Twin turbo” e “Biturbo”.

Agora já deu para entender a diferença entre os dois, certo?

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Qual é o melhor óleo para o seu motor?

Pesquisas apontam que 75% do desgaste do motor ocorre no momento da partida. Isso porque, nesse pequeno intervalo, o motor trabalha a seco. Os motores funcionam a partir do movimento de peças e articulações das quais é composto. Enquanto estão em funcionamento, a todo tempo, há partes se movendo e causando atrito no contato umas contra as outras. Essa fricção converte a energia em calor. Para que esse contato não danifique por completo o motor, a lubrificação é de extrema importância e ainda ajuda a economizar energia e deixar o equipamento em boas condições de uso.

 

Na hora da partida, o lubrificante precisa fluir o mais rápido possível para desempenhar o seu papel e ajudar o funcionamento do motor.

Mas como saber qual é o melhor lubrificante?

 

Atualmente, existem vários óleos lubrificantes que, basicamente, ajudam o motor a rodar. A troca regular desse óleo é um dos processos mais importantes para garantir o bom desempenho de qualquer veículo – já que a lubrificação adequada atenua o atrito entre as peças dentro do motor.

 

Por isso, precisamos ficar sempre atentos ao estado de conservação dos componentes básicos do motor, procurando sempre entender quais produtos usar, entendendo como cada um atua, assegurando também o funcionamento pleno do motor e seus sistemas. Nesse momento, a dica básica (e sempre válida) é não deixar de seguir as recomendações do fabricante do veículo na hora da troca do óleo. É preciso observar, ainda, a viscosidade SAE do produto.

 

A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem do produto e, normalmente, é apresentada assim: 0W-20, 5W-30, 10W-40, 15W40 entre outros. Estes números são relativos à viscosidade de produtos automotivos tanto na partida (com o W) quanto na temperatura de regime de trabalho do motor (sem o W), conforme regulamentado pela SAE – Sociedade dos Engenheiros Automotivos;

 

É muito importante utilizar produtos com viscosidade menor no momento da partida. É que o óleo perde um pouco a viscosidade com o calor, o que faz com que seja extremamente importante seguir as orientações recomendadas pela montadora. Quanto maior a numeração, mais viscoso é o óleo, e consequentemente, maior será a resistência à fluidez.

 

Você tem trocado o óleo do seu motor com frequência, em suas manutenções preventivas?

 

Saiba mais sobre o assunto em:

Cuide do seu motor FPT fazendo manutenções preventivas.

Materiais nobres para motores potentes

Você certamente já ouviu falar em titânio e DLC (ou Diamond-Like Carbon). Esses materiais são alguns dos escalados para compor os motores FPT, com a intenção de aumentar sua vida útil e trazer mais leveza ao dia a dia, além de aumentar a qualidade e conferir o melhor custo-benefício.

O DLC é uma variação de carbono, que possui algumas propriedades típicas do diamante. Normalmente, é utilizado como revestimento para outros materiais e, no caso dos motores, está presente conferindo mais resistência principalmente em balancins. Por ser 100% usado para indústrias, o DLC pode ser aplicado em grandes áreas e possui alta aderência em aços de baixa e alta liga.

Já as ligas de titânio apresentam propriedades importantes, principalmente para os motores. Elas possuem:

  • Baixa densidade;
  • Boa resistência mecânica à tração;
  • Excelente resistência à corrosão;
  • Relativa abundância na natureza (é o nono metal mais abundante).

Dessa forma, o titânio entra para aumentar a resistência a altas temperaturas. O trabalho a frio aumenta a resistência mecânica e, o aumento de temperatura de trabalho, que provoca rápida queda de resistência mecânica no alumínio, apresenta este efeito.

Essa tecnologia é usada em caminhões pesados, como o Iveco Stralis, e também em máquinas agrícolas e de construção no segmento off road.

E você? O que acha da utilização de materiais nobres na composição dos motores? Conte nos comentários.

Peculiaridades dos motores marítimos

Navegar é preciso e, para isso, é preciso uma confiança extra e muita propulsão. É por isso que motores marítimos e motores para carros e caminhões são muito diferentes: o ambiente de aplicação diferenciado torna os motores marítimos muito mais complexos.

Motores marítimos são feitos para resistir literalmente até debaixo d’água, passando por modificações que lhes permitem realizar o trabalho pesado mesmo sob circunstâncias severas. Um grande número de sistemas e componentes são adicionados para aumentar a performance e garantir a segurança sem sofrer efeitos corrosivos causados pela água. Para começo de conversa, os impulsores de bomba marinhas geralmente têm componentes de cerâmica, placa de suporte de aço inoxidável e impulsor de bronze ou borracha para resistir à uma possível corrosão de água doce ou salgada.

Outra diferença fundamental é o sistema de refrigeração água/água, onde a bomba aspira água bruta (água do mar do mar por exemplo) de fora para dentro do trocador de calor acoplado ao motor, ao contrário de um sistema de refrigeração água/ar para veículos terrestres, que utilizam o ar atmosférico que passa pelo radiador e realiza o processo de troca térmica. Vale lembrar que ambos os sistemas utilizam fluido de arrefecimento com propriedades anticongelamento e anticorrosão mais água limpa que circula somente dentro das galerias do motor.

Peculiaridades dos motores marítimos
Todas essas adaptações são necessárias pois quem trabalha em embarcação sabe que o dia a dia é puxado – e isso não é só para a tripulação, mas também para o motor que precisa ser confiável, versátil, eficiente e seguro. É dessa propulsão que dependem os profissionais a bordo e os clientes em terra firme ou até mesmo o momento de lazer.

Os motores marítimos têm demanda tanto para embarcações com fins profissionais ou não. Em ambos os casos a FPT conta com uma gama de opções de 85 a 500 CV, desenvolvida especificamente para aplicações profissionais e caracterizada por um design robusto e um layout funcional.

Motores para Geração de Energia

A nova linha de motores da FPT para Geração de Energia é ideal para atender diversas aplicações. Bancos, hospitais, canteiros de obra, shopping centers, estaleiros e até para uso doméstico: onde quer que se precise de energia constante, existe um motor especialmente desenvolvido para atender.

Os motores das séries F1, NEF e Cursor possuem diversidade de aplicação e uma vasta gama entre 32 a 770 kW – todos desenvolvidos com preocupação ambiental. O modelo Cursor 13 é silencioso e ideal para ser utilizado em grandes indústrias, hospitais, fábricas e condomínios. Sua elevada capacidade de produção de energia elétrica e potência máxima merecem destaque. Em sua configuração mais potente, o motor é capaz de atingir o pico máximo de 470kW de pura potência.

Já a série F5 também segue a tendência da FPT Industrial em desenvolver motores com design compacto e com baixo custo de manutenção. O modelo F32 SM1A, por exemplo, tem capacidade para 2.9 litros de combustível e atinge potência “prime” máxima de 38 kW, com desempenho superior, se comparado aos concorrentes.

Com isso, a FPT Industrial mantém seus padrões de confiabilidade já reconhecidos no mercado. Isso é o resultado de uma ampla pesquisa e de um trabalho inovador para atender todos as aplicações com qualidade.

Conheça propriedades e ciclos dos motores de 6 tempos

Você sabia que, além dos cilindros, o tempo também é determinante na classificação dos motores? Hoje, particularmente, vamos falar dos motores de seis tempos, que são bem parecidos com os de quatro, mas são mais eficientes e menos poluentes. Isso porque eles possuem um segundo ciclo de força e dependem diretamente do aproveitamento da energia de retorno do pistão.

Simplificando, os quatro primeiros tempos de ambos os motores, são idênticos. A mudança acontece a partir do quinto tempo em que, após o ciclo de exaustão, ao invés de injetar mais mistura ar/combustível, ele injeta água, dentro da câmara ainda quente. Logo, essa água se torna vapor, expandindo seu volume em 1600 vezes e forçando o pistão para baixo, tendo início um segundo ciclo de torque.

Em seguida, outro ciclo de expansão empurra o vapor para fora da câmara e um novo ciclo de 6 tempos começa novamente. Nessa ordem:

1º tempo: admissão de ar e combustível;
2º tempo: compressão da mistura da admissão;
3º tempo: explosão e expansão dos gases;
4º tempo: expulsão dos gases resultantes da queima;
5º tempo: admissão de água na câmara de combustão ainda quente;
6º tempo: após expansão, o vapor é expulso.

A vantagem é que, além de prover energia mecânica extra, este ciclo de injeção de água esfria o motor por dentro, deixando-o morno enquanto está funcionando. Dessa forma, a queima de combustível é menor, tornado o motor mais sustentável.

Saiba quais os tipos de motores em relação ao número de cilindros

Para que um motor consiga atingir potências mais altas e seja mais silencioso, ele depende diretamente dos cilindros. O uso de vários cilindros permite um torque mais regular, retomadas mais eficientes e uma marcha silenciosa, características importantes no desempenho de qualquer veículo.

O número de cilindros dos motores pode ir desde um único, como em algumas motosserras, até 14, como é o caso de caminhões, máquinas de construção e agrícolas. Em cada motor, os cilindros são agrupados de uma forma, dependendo do espaço disponível para a instalação e do tipo de veículo.

Assim, temos cilindros distribuídos em linha, contrapostos e em V.

Motores em linha

Nesses motores, os cilindros são paralelos, se movendo sempre na horizontal, ou seja: todos eles sobem e descem na mesma direção. Dessa forma, o funcionamento é uniforme, com um ganho significativo de torque em rotações mais baixas. De construção e manutenção mais simples, eles podem apresentar variações de até 14 cilindros.

Vantagens:

– A engenharia é bem mais simples. Logo, os custos de produção são menores.

Desvantagens:

– A principal desvantagem desses motores é a refrigeração. Os cilindros localizados no centro do motor se aquecem rapidamente e, por isso, o ajuste da alimentação é diferente;

– Quando mais cilindros, mais largo o motor fica, dificultando sua aplicação.

Motores contrapostos

Também conhecidos como Boxer, esses motores são largos e mais achatados. Os cilindros são montados em posição horizontal e longitudinal, proporcionando um centro de gravidade mais baixo, dando mais estabilidade e controle.

Vantagens:

– Ele ocupa menos espaço;

– Possui menor nível de vibrações, devido ao melhor balanço rotacional.

Desvantagens:

– Configuração inadequada para mais de 6 cilindros.

Motores em V

Nos motores em V, os cilindros não atuam de forma paralela. Sua forma tende a ser mais cúbica e há uma diferença de cerca de 60° entre um cilindro e outro.

Vantagens:

– Com os cilindros dispostos de forma mais compacta, a largura do motor não se alarga;

– Essa disposição favorece o resfriamento dos cilindros;

– Maior rendimento mecânico por comportar mais cilindros;

– Por ocuparem menos espaço, existem frentes mais baixas, favorecendo a aerodinâmica.

Desvantagens

– Vibração maior;

– Engenharia mais complexa;

– Maior ruído.

Os cilindros devem ser compatíveis com os motores para cada aplicação. Curtiu o detalhamento de cada tipo de motor versus seus cilindros? Tem mais alguma dúvida? Deixe um comentário aqui pra gente.

[Na foto, o motor FPT 10,3L, com seis cilindros em linha]

Curiosidades: acelerar ao ligar e desligar seu veículo pode danificar o motor?

Ligar e desligar o motor de seu veículo ou máquina não parece uma tarefa complicada, não é mesmo? Realmente não há nenhum mistério, mas quando envolvemos aceleração em meio a esses processos, é preciso tomar alguns cuidados.

Não se deve, por exemplo, acelerar o veículo logo após dar a partida. O ideal, para proteger do desgaste as peças como anéis, cilindros e pistões, é aguardar alguns segundos para que o óleo lubrificante circule por todo o motor. Quando não há esse intervalo de no mínimo 30 segundos entre os processos, ocorre um atrito metal-metal das peças do motor. E isso pode causar um desgaste prematuro dos componentes.

A regra vale, também, ao desligar o veículo. Depois de um longo período ligado, a temperatura do motor passa a ser muito alta. Por isso, o ideal é esperar um pouquinho, entre 30 e 60 segundos, com o veículo em marcha-lenta, para que aconteça uma boa circulação no sistema de arrefecimento. Ao reduzir a temperatura do motor, é reduzida também a rotação e uma boa lubrificação do turbo é realizada automaticamente, evitando danos e desgastes do motor.

Gostou da dica? Se tiver alguma dúvida sobre aceleração e desgaste do motor, deixe nos comentários!

Fonte: Blog da Iveco