Fábrica Brasileira da FPT Industrial celebra prata no WCM

A FPT Industrial, uma das principais produtoras de motores diesel do mundo, recebeu a certificação de nível Prata no World Class Manufacturing (WCM) em sua fábrica localizada em Sete Lagoas, MG. O WCM é um dos mais elevados padrões da indústria para a gestão integrada de unidades produtivas e seus processos de fabricação.

Inaugurada em 2000, o time de 270 funcionários passou por um processo de auditoria que avaliou diversas áreas da fábrica, onde são produzidos os motores das famílias F1, NEF e S8000. A auditoria foi realizada em diversas áreas da planta e avaliou atividades técnicas como gestão, incluindo controle de qualidade, logística, segurança, desenvolvimento pessoal e o compromisso da organização e gestores, entre outros.

Além disso, uma apresentação guiada por lideranças da planta compara melhorias e evoluções da planta e em seguida, os auditores, em companhia dos líderes, conferem se a prática está de acordo com o que foi apresentado na teoria. Nesta etapa, os profissionais percorrem toda a planta para então chegarem a uma avaliação final.
A pontuação alcançada pela FPT Industrial Brasil fez com que a mesma se equipare às fábricas de Turim e Foggia, na Itália, e da planta de Boubon Lancy, na França.

Marco Rangel, presidente da FPT Industrial LATAM comemora: “O WCM é um padrão que tem como base a melhoria contínua e a eliminação de desperdícios e perdas nos processos produtivos. Já havíamos conquistado o nível Bronze em 2010 e fechamos 2016 com essa nova e tão importante conquista, a certificação nível Prata. Elevamos nossos padrões de WCM e graças a nossos investimentos, treinamento e aos esforços de todos os colaboradores conseguimos esta nova classificação”, finaliza.

Reduzindo a poluição atmosférica com o ARLA 32 nos motores FPT

Os veículos têm uma participação significativa na redução da qualidade do ar. A queima do diesel é uma das principais causas de emissão de NOx (Óxido de Nitrogênio) que, por sua vez, é uma das principais fontes de poluição atmosférica. Por isso, é necessário que os motores possuam um sistema que funcione como um filtro, realizando a chamada Redução Catalítica Seletiva. O SCR-NOx reduz o NOx em nitrogênio (N2) e água (H2O), na presença de um agente redutor.

Os motores do Iveco Stralis são um bom exemplo na realização de SCR. Em suas duas versões (o Stralis oferece duas opções de motorização FPT: Cursor 9 e 13), ele atende às normas do Proconve-P7, reduzindo a emissão de poluentes em até 85% e otimizando o consumo de combustível. Isso graças ao ARLA 32, um agente redutor líquido presente nos motores FPT e que, ao entrar em contato com o NOx, realiza a conversão do mesmo em substâncias menos nocivas ao meio ambiente.

O que é o ARLA 32 e como funciona?

O ARLA 32 não é um combustível nem um aditivo para combustíveis. Ele é uma substância inofensiva, composta por ureia, e inserida em um tanque próprio, localizado no veículo. Por não ser inflamável nem explosivo, ele é de fácil transporte e manuseio. A substância deve ser injetada no tubo de exaustão, localizado em frente ao catalisador SCR. Conforme a temperatura aumenta, o ARLA 32 se converte em amônia e dióxido de carbono. Quando o óxido de nitrogênio (NOx) gasoso do tubo de exaustão reage com a amônia dentro do catalisador, as moléculas nocivas de NOx são convertidas em nitrogênio e água, que é liberada na atmosfera como vapor, reduzindo o número de poluentes comuns do combustível.

Para garantir o funcionamento correto do seu sistema SCR, lembre-se de utilizar apenas ARLA 32 de alta qualidade e certificado. Um reagente inferior ou similar não é puro o suficiente e pode contaminar o sistema com impurezas.

 

 

 

Saiba quais os tipos de motores em relação ao número de cilindros

Para que um motor consiga atingir potências mais altas e seja mais silencioso, ele depende diretamente dos cilindros. O uso de vários cilindros permite um torque mais regular, retomadas mais eficientes e uma marcha silenciosa, características importantes no desempenho de qualquer veículo.

O número de cilindros dos motores pode ir desde um único, como em algumas motosserras, até 14, como é o caso de caminhões, máquinas de construção e agrícolas. Em cada motor, os cilindros são agrupados de uma forma, dependendo do espaço disponível para a instalação e do tipo de veículo.

Assim, temos cilindros distribuídos em linha, contrapostos e em V.

Motores em linha

Nesses motores, os cilindros são paralelos, se movendo sempre na horizontal, ou seja: todos eles sobem e descem na mesma direção. Dessa forma, o funcionamento é uniforme, com um ganho significativo de torque em rotações mais baixas. De construção e manutenção mais simples, eles podem apresentar variações de até 14 cilindros.

Vantagens:

– A engenharia é bem mais simples. Logo, os custos de produção são menores.

Desvantagens:

– A principal desvantagem desses motores é a refrigeração. Os cilindros localizados no centro do motor se aquecem rapidamente e, por isso, o ajuste da alimentação é diferente;

– Quando mais cilindros, mais largo o motor fica, dificultando sua aplicação.

Motores contrapostos

Também conhecidos como Boxer, esses motores são largos e mais achatados. Os cilindros são montados em posição horizontal e longitudinal, proporcionando um centro de gravidade mais baixo, dando mais estabilidade e controle.

Vantagens:

– Ele ocupa menos espaço;

– Possui menor nível de vibrações, devido ao melhor balanço rotacional.

Desvantagens:

– Configuração inadequada para mais de 6 cilindros.

Motores em V

Nos motores em V, os cilindros não atuam de forma paralela. Sua forma tende a ser mais cúbica e há uma diferença de cerca de 60° entre um cilindro e outro.

Vantagens:

– Com os cilindros dispostos de forma mais compacta, a largura do motor não se alarga;

– Essa disposição favorece o resfriamento dos cilindros;

– Maior rendimento mecânico por comportar mais cilindros;

– Por ocuparem menos espaço, existem frentes mais baixas, favorecendo a aerodinâmica.

Desvantagens

– Vibração maior;

– Engenharia mais complexa;

– Maior ruído.

Os cilindros devem ser compatíveis com os motores para cada aplicação. Curtiu o detalhamento de cada tipo de motor versus seus cilindros? Tem mais alguma dúvida? Deixe um comentário aqui pra gente.

[Na foto, o motor FPT 10,3L, com seis cilindros em linha]

Curiosidades: acelerar ao ligar e desligar seu veículo pode danificar o motor?

Ligar e desligar o motor de seu veículo ou máquina não parece uma tarefa complicada, não é mesmo? Realmente não há nenhum mistério, mas quando envolvemos aceleração em meio a esses processos, é preciso tomar alguns cuidados.

Não se deve, por exemplo, acelerar o veículo logo após dar a partida. O ideal, para proteger do desgaste as peças como anéis, cilindros e pistões, é aguardar alguns segundos para que o óleo lubrificante circule por todo o motor. Quando não há esse intervalo de no mínimo 30 segundos entre os processos, ocorre um atrito metal-metal das peças do motor. E isso pode causar um desgaste prematuro dos componentes.

A regra vale, também, ao desligar o veículo. Depois de um longo período ligado, a temperatura do motor passa a ser muito alta. Por isso, o ideal é esperar um pouquinho, entre 30 e 60 segundos, com o veículo em marcha-lenta, para que aconteça uma boa circulação no sistema de arrefecimento. Ao reduzir a temperatura do motor, é reduzida também a rotação e uma boa lubrificação do turbo é realizada automaticamente, evitando danos e desgastes do motor.

Gostou da dica? Se tiver alguma dúvida sobre aceleração e desgaste do motor, deixe nos comentários!

Fonte: Blog da Iveco

Você sabe quais os benefícios e propriedades do diesel?

O diesel é o combustível mais usado no Brasil. Derivado do petróleo, ele é utilizado principalmente na geração de energia que movimenta máquinas e motores de grande porte, como caminhões, ônibus, navios e máquinas de construção e agrícolas. Daí sua predominância e importância no país: ele é responsável por abastecer e movimentar o setor de transporte rodoviário que, por sua vez, é a principal atividade econômica brasileira. Por isso ele é responsável por alimentar parte dos motores FPT.

Sua densidade é de cerca de 0,853 kg/l, ou seja, 12% a mais que a gasolina. Quando queimado, cada litro oferece um valor energético de 35,86 MJ e libera 2,6 kg de CO2. Já sua produção, é feita a partir do refino do petróleo, pelo processo inicial de destilação fracionada, à temperatura entre 260°C e 340°C.

Na FPT, as seis famílias de motor diesel R22, F1, F5, NEF, CURSOR e VECTOR, apresentam soluções avançadas em tecnologia: arquitetura inovativa, sistemas de alimentação multi-válvulas, sistemas de injeção de alta pressão com controle eletrônico (Common Rail e, para algumas versões, Unidade Eletrônica de Injeção), sistema de pressurização eficiente com turbocompressores de geometria fixa ou variável, também duplo-estágio, e sofisticados sistemas de controle de emissões.

Classificações dos motores diesel 

De acordo com sua aplicação, ele pode ser classificado em:

– Extra Diesel Aditivado, que contém aditivos que mantém limpo o sistema de alimentação de combustível, além de reduzir o desgaste dos bicos injetores, aumentando a vida útil do motor;

– De referência ou diesel padrão, produzido especialmente para montadoras de veículos que utilizam o diesel como padrão para a homologação, ensaios de consumo, desempenho e teste de emissão;

– Metropolitano, utilizado nas regiões com maiores frotas em circulação, como capitais que necessitam de maior controle das emissões. Índice de enxofre: máximo de 0,05%;

– Interior, utilizado principalmente em regiões em que não há um grande fluxo de veículos. Índice de enxofre: 0,2%.

FPT lança motor Cursor 9 GNV e aumenta portfólio de produtos movidos a gás natural

Sustentabilidade e responsabilidade ambiental são primordiais na criação e desenvolvimento dos motores FPT. Prova disso é o lançamento do motor Cursor 9 GNV, movido a combustível alternativo, com emissões próximas a zero e ajustável a uma transmissão automatizada para o segmento de pesados. O lançamento para a América Latina aconteceu no IAA 2016, evento de tecnologia no transporte, realizado na Alemanha.

Quando comparada a outros motores GNV presentes no mercado, a nova tecnologia tem a seu favor diversas melhorias como capacidade para funcionar com GNV, Biometano ou GLP, com consumo de combustível mais reduzido graças a seu novo processo de combustão, mais estável e que se adapta melhor a diferentes níveis de qualidade de gás. Além disso, é cinco decibéis mais silencioso que motores equivalentes com tecnologias anteriores.

“Temos mercados ideais para esta tecnologia, principalmente em países como Peru, Chile, Colômbia e Argentina”, explica o Presidente da FPT Industrial na América Latina, Marco Aurélio Rangel.

Naturalmente Poderoso

O Cursor 9 GNV carrega esse slogan e não é à toa:  ele garante equivalência em torque e potência à sua versão diesel com potências de 300 a 400 cavalos, sempre @ 2000 rpm, e torques de 1.300 a 1.700 Nm @ 1.200 rpm. O motor de seis cilindros e 24 válvulas (quatro por cilindro) pode ser abastecido com gás natural comprimido (GNV) ou gás liquefeito de petróleo (GLP). Em comparação com o diesel, as emissões de CO2 de veículos movidos a gás natural são significativamente menores. E o mais interessante: pode ser instalado em todos os tipos de configuração de tração de caminhões pesados 4×2, 6×2 e 8×2 ou em ônibus.

O motor dispensa o uso do componente EGR para recirculação de gases de escape e do SCR, para redução catalítica seletiva. No entanto, utiliza um catalisador simples de três vias localizado na extremidade do tubo de escape com uma estrutura integrada revestida por metais preciosos. Além disso, o Cursor 9 GNV possui novos injetores de combustível multiponto que permitem uma taxa de fluxo superior às versões anteriores.

Mais de 25 anos em tecnologia de motores GNV

A FPT Industrial atingiu neste ano a marca de 30 mil motores GNV vendidos ao longo de décadas de experiência no desenvolvimento de novas tecnologias em motores. Pioneira neste tipo de tecnologia, a fabricante possui amplo portfólio para operações com GNV, que inclui os motores F1C, N60, Cursor 8 e Cursor 9, com potências que vão de 136 a 400 cv. Todos aplicáveis em veículos comerciais leves, caminhões médios, semipesados e pesados, além de ônibus urbanos e máquinas agrícolas.

Você conhece o Cursor 9 Bi-Fuel?

O Cursor 9 da FPT foi criado pensando em oferecer mais rentabilidade e economia, aliadas à sustentabilidade. Essa linha de motores oferece duas possibilidades de potência: a de 330 cavalos (1.300 Nm) e a de 360 cavalos (1.500 Nm). Além disso, possui seis cilindros, capacidade de nove litros, sistema de injeção common rail e utiliza o sistema de redução catalítica SRC, que já está dentro das normas solicitadas pelo Proconve-P7. O motor conta com o sistema “Bi-Fuel”, o qual permite a utilização de Diesel e/ou Etanol.

Em questão de economia, o motor bicombustível alcança uma taxa de substituição de até 40% sobre a quantidade de diesel utilizada, com uma performance dinâmica idêntica à de um motor diesel normal.* Esse sistema contribui também para a redução do uso de combustíveis fósseis, além de otimizar o potencial de utilização da energia da cana de açúcar.

Outras vantagens nesse sistema são a economia no custo de combustível por quilômetro rodado, além de se alcançar um motor 100% reversível ao diesel*, sendo possível utilizá-lo somente com este combustível, caso seja essa a preferência do transportador, o que valoriza a revenda do veículo.

O Cursor 9 é ideal para aplicações rodoviárias de curtas e médias distâncias, além de off-road e agricultura. Alguns dos veículos comerciais que já utilizam esse motor são: o Iveco Stralis, as colheitadeiras CR6080 e CR9060 da New Holland Agriculture, o trator Magnum e as colheitadeiras A8000, A8800 e Axial-Flow 7230 da Case IH.

Manutenção preventiva pelo melhor funcionamento do motor

Todas as máquinas, equipamentos e automóveis necessitam passar por uma revisão depois de determinado tempo de uso para evitar possíveis problemas ocasionados pelos desgastes das peças. A assim chamada manutenção preventiva busca manter o motor em seu melhor funcionamento.

A intenção de realizar uma manutenção preventiva é reduzir a probabilidade de falhas de seu motor e de seu equipamento/máquina em geral. Estas inspeções organizadas reparam e ajustam defeitos e variações das peças, dessa forma evitando anomalias e irregularidades. Além disso, reduz o risco de fundir o seu motor.

Normalmente, o período recomendado para uma revisão vem de históricos dos fabricantes ou de certos quilômetros rodados. Enquadram-se nessa categoria as revisões sistemáticas do equipamento, as lubrificações periódicas, os planos de inspeção de equipamentos e os planos de calibração e de aferição de instrumentos. Em um automóvel, uma revisão implica em inspecionar os freios, sistema de arrefecimento, filtro de ar e combustível, troca de óleo, velas, alinhamento e balanceamento.

Manter-se em dia com as manutenções preventivas é uma boa forma de economizar dinheiro, uma vez que um motor desregulado e com peças desgastadas consome mais combustível e diminui o seu rendimento e desempenho. Realizar estas revisões é válido para todas as máquinas e veículos, mesmo aqueles que não estejam em uso regularmente. Mesmo parados, os motores poderão sofrer desgastes naturalmente.

É importante considerar também que manter nossas máquinas e automóveis em bons estados e revisados significa contribuir também para a preservação do meio ambiente. Na maioria das vezes, um equipamento emite mais gases poluentes do que o normal quando não está em dia com a manutenção.

São benefícios da manutenção preventiva: Redução do envelhecimento ou degeneração do equipamento; bom estado técnico e operacional; prevenir interferências externas que irão gerar alto custo para corrigi-los; reduzir riscos de falhas e quebras; manter-se conservado.

Então não dê bobeira, faça já a sua manutenção preventiva e evite dores de cabeça.

E lembre-se: Consulte sempre o manual do seu veículo para estar antenado nas revisões.

Como funciona um motor de combustão interna

Uma dúvida geral – que até poderia ser considerada uma curiosidade – é saber como funciona um motor de combustão interna. O processo é bem simples e neste post vamos explicar todos os passos. A combustão nada mais é do que a reação química entre dois reagentes ou mais, gerando a liberação de energia.

O motor de combustão convencional (também conhecido como motor de explosão) funciona em quatro processos distintos, ou seja, quatro tempos. São eles: entrada de combustível e ar, compressão destes dois elementos, explosão e escapes destes gases formados no processo.

Admissão: uma das válvulas do cilindro é aberta para trazer ar e combustível e o pistão desce aspirando esta mistura.

Compressão: a mistura dos dois elementos é comprimida. A válvula é fechada e o pistão sobre.

Explosão: a válvula permanece fechada e a mistura comprimida na câmara de combustão recebe uma faísca. Graças à expansão dos gases, o pistão desloca-se para baixo.

Escape: outra válvula ligada ao escapamento é aberta e o pistão sobe, empurrando para fora os gases queimados. Também conhecido como etapa de exaustão.

Os motores costumam possuir quatro cilindros, cada um localizado nas fases descritas acima. Dessa forma, sempre haverá um cilindro diferente na fase da explosão, transferindo energia para o motor.

Esta denominação de motor de combustão interna é referente a motores que utilizam os próprios gases gerados na combustão como “forma” de trabalho. Estes próprios gases gerados realizam as etapas de compressão, aumento de temperatura que ocasiona na queima dos gases, expansão dos mesmos e, finalmente, exaustão.

Este tipo de motor é popularmente conhecido como motor de explosão, porém sugere uma atividade que não ocorre. A explosão de fato não acontece, mas sim um aumento de pressão interna decorrente da alta temperatura/queima dos gases.

Simples, não é?

O mito entre peças genuínas ou de terceiros

Ao pensar na manutenção de seu veículo, uma dor de cabeça sempre surge: “Devo escolher por peças genuínas ou por peças de terceiros?”. Fique tranquilo, este problema é mais comum do que você pensa. Por isso estamos aqui para listar os benefícios e danos no momento de escolher a reposição de sua peça.

Geralmente o primeiro ponto que se pensa ao repor uma peça é pela economia. Peças de terceiros parecem sempre ser mais baratas. Aí que está o erro, apenas parecem. Hoje em dia, as fábricas originais costumam manter o custo das peças bem parecidos com os de suas cópias, facilitando assim a escolha do consumidor.

Além disso, deve-se levar em conta que as peças originais garantem a integridade e o melhor funcionamento de seu motor, resultando em uma longa vida útil e de qualidade. Já as peças de terceiros são geradas através de moldes copiados de suas originais, podendo resultar em riscos de encaixe, uma vez que não possuem a excelência da fábrica original.

Ao optar pelas peças genuínas, você garante a alta qualidade do produto, que foi projetada justamente para o equipamento que você possui, garantindo o máximo desempenho e durabilidade sempre.

Vale lembrar que as peças originais foram testadas e ‘retestadas’ pelos fabricantes para gerar melhor eficiência e muitas vezes, as peças de terceiros são criadas com materiais simples e baratos, podendo danificar o componente e consequentemente levando à frequentes manutenções.  Peças de terceiros podem ter espessuras diferentes, baixa resistência, mal rendimento, desgaste prematuro, vibração excessiva, falha de circulação e travamento repentino.

Por exemplo, a não utilização de peças genuínas em Juntas e Vedações poderá gerar medidas fora do padrão, furações ou a falta delas, espessura inferior à indicada, baixa resistência ao torque e poderá ser de material diferente e de baixa qualidade.

Já em Bombas D´Água, que são responsáveis pelo resfriamento do motor e exercem um papel fundamental no funcionamento de sua máquina, utilizar peças de terceiros poderá comprometer o seu produto, pois poderão possuir selos e rolamentos inapropriados, peças porosas, desenho não homologados pela Engenharia e possível falha na circulação de água.

Em Bombas de Óleo, a utilização de peças não originais causa falta de lubrificação e travamento, ocasionando graves danos ao motor. É comum observar o travamento repentino do eixo/engrenagens, baixa pressão, peças porosas e fora do padrão e falha na circulação do óleo lubrificante do motor.

Os Pistões e Anéis garantem o bom rendimento e durabilidade de sua máquina. Ao não utilizar as peças oficiais, você poderá comprometer todo o seu motor e consequentemente, toda sua máquina, gerando um alto consumo de combustível e óleo. É comum observar uma fumaça preta indesejada, graças à queima desproporcional de combustível. Dessa forma, poderá ocorrer o desgaste prematuro de outras partes do motor e ainda por cima você estará contribuindo altamente para a poluição do meio ambiente.

Em condições rigorosas de uso, o seu motor poderá sofrer desgastes e as peças de terceiros não conseguirão suprir esta deterioração. Isso poderá gerar um alto consumo de combustível, uma vez que sua máquina terá um rendimento inferior. Manutenções indesejadas e alto consumo de combustível implicam em gastos abusivos.  Futuramente, se o desejo é a revenda de sua máquina, o motor desgastado provoca a perda no valor de revenda. Já as peças genuínas se adaptam e suportam as variações, sem deixar películas e substâncias indesejadas adentrar em seu motor.

Por isso, sempre recomendamos seguir com a garantia das fábricas de peças originais, que prezam pelo alto controle de qualidade. Essa escolha não é apenas uma fidelização à marca, mas sim um equilíbrio entre os benefícios e melhor eficiência para sua máquina. Pense sempre a longo prazo, assim você garante a melhor vida útil para o seu motor, segurança, melhor desempenho e é claro, sua economia será vantajosa. Lembre-se, o barato poderá sair muito caro.

 

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