Óxido nitroso, nitrox ou nitro?

Você já ouviu falar sobre óxido nitroso?

Provavelmente sim, mas não com esta nomenclatura.

O óxido nitroso ou protóxido de nitrogênio, apresentado na fórmula química N2O, é um gás incolor e não inflamável, que serve para aumentar de forma instantânea a potência do motor de um carro. É bastante conhecido, principalmente no meio automobilístico, porém, é chamado apenas de “nitro”.

O nitro (ou Nitrox) é utilizado em motores de combustão interna. Assim como a turboalimentação, a injeção de óxido nitroso nas câmaras de combustão tem como objetivo elevar a massa de oxigênio injetada. Neste caso, o óxido nitroso diminui o aquecimento da câmara de combustão, fazendo com que uma quantidade maior de mistura ar-combustível seja injetada na mesma. Isto permite queimar maior quantidade de combustível numa mesma câmara de combustão.

Nos motores a álcool ou gasolina, a produção do movimento começa pela queima de combustível nas câmaras de combustão. Essas câmaras contém um cilindro, dois kits válvulas (podendo ser 2, 4 ou mais válvulas por cilindro, dependendo do fabricante) – um kit de admissão e outra de escape – e uma vela de ignição. O pistão que se move no interior do cilindro é acoplado a biela que se articula com o virabrequim. O virabrequim ao girar faz com que o movimento chegue as rodas através do sistema de transmissão do carro.

O óxido nitroso pode ser vendido em forma de kit ou por peça, geralmente o kit básico acompanha: um cilindro, solenóides, mangueiras, bicos injetores (foggers) e peças para acabamento, sendo o cilindro a peça de destaque.

Ao contrário do que se pode imaginar, o nitro não explode. Pelo contrário, o óxido nitroso é muito utilizado na área médica e na odontologia. Administrado, juntamente com o oxigênio, possui efeito analgésico e sedativo. Em anestesia geral, a adição de óxido nitroso ao oxigênio permite uma redução da quantidade do agente anestésico mais caro, obtendo-se o mesmo efeito. O óxido nitroso, apesar de fornecer oxigênio, não é um comburente por si só. Portanto, ele é inerte em condições de temperatura e pressão ambientes. Em caso de vazamento ou acidente com o cilindro, mangueiras, ou mesmo falhas, o nitro não oferece riscos.

Para resumir todo esse processo, podemos explicar a funcionalidade do nitro em 3 fases:

1. Resfriamento da mistura admitida, o que aumenta a massa de mistura na câmara de combustão;

2. Combustível e mais oxigênio nos cilindros;

3. Resfriamento das câmaras de combustão do motor (nitrogênio).

Por fim, é importante dizer que o nitro pode ser usado em qualquer carro, então há a vantagem de trocar de carro e reinstalar o kit. O único acerto a ser feito seria a substituição dos giclês (jets), para o acerto de mistura óxido nitroso e combustível.

Gostou do nosso texto? Deu para ter uma ideia melhor de como funciona o famoso nitro?

Então deixe seus comentários, dúvidas e sugestões abaixo.

Conheça o Technical Center FPT Industrial no Brasil

Você já ouviu falar sobre o Technical Center FPT localizado na cidade de Betim (MG)?

O espaço possui uma área total de 4.085 m² e foi criado com o objetivo de atender todas as demandas da América Latina. Dividido em dois andares, com três salas para reuniões e dois salões, o diferencial do espaço é dedicado a área de pesquisa, tendo uma oficina de protótipo com 312 m² para testes e execução dos motores. O espaço ainda conta com uma área ambiental.

Em 2010, a FPT Industrial recebeu a certificação de Bronze no World Class Manufacturing (WCM) em sua fábrica localizada em Sete Lagoas (MG), e agora em 2016 recebeu a certificação de nível Prata, provando mais uma vez o padrão elevado da FPT em seus processos de fabricação.

No vídeo abaixo, com a Gabriela e o Rodrigo, você pode fazer um tour pela Technical Center e conhecer um pouco mais sobre os departamentos e etapas no processo de criação de motores, que movimentam desde máquinas gigantes até geradores de energia.

Clica aí no nosso papo com potência!

 

 

Materiais nobres para motores potentes

Você certamente já ouviu falar em titânio e DLC (ou Diamond-Like Carbon). Esses materiais são alguns dos escalados para compor os motores FPT, com a intenção de aumentar sua vida útil e trazer mais leveza ao dia a dia, além de aumentar a qualidade e conferir o melhor custo-benefício.

O DLC é uma variação de carbono, que possui algumas propriedades típicas do diamante. Normalmente, é utilizado como revestimento para outros materiais e, no caso dos motores, está presente conferindo mais resistência principalmente em balancins. Por ser 100% usado para indústrias, o DLC pode ser aplicado em grandes áreas e possui alta aderência em aços de baixa e alta liga.

Já as ligas de titânio apresentam propriedades importantes, principalmente para os motores. Elas possuem:

  • Baixa densidade;
  • Boa resistência mecânica à tração;
  • Excelente resistência à corrosão;
  • Relativa abundância na natureza (é o nono metal mais abundante).

Dessa forma, o titânio entra para aumentar a resistência a altas temperaturas. O trabalho a frio aumenta a resistência mecânica e, o aumento de temperatura de trabalho, que provoca rápida queda de resistência mecânica no alumínio, apresenta este efeito.

Essa tecnologia é usada em caminhões pesados, como o Iveco Stralis, e também em máquinas agrícolas e de construção no segmento off road.

E você? O que acha da utilização de materiais nobres na composição dos motores? Conte nos comentários.

Cuide do seu motor FPT fazendo manutenções preventivas

Você sabia que a manutenção preventiva é muito importante para a saúde do motor? Seja de caminhões, embarcações, máquinas de construção ou agrícolas, fazer manutenções preventivas regularmente é necessário para o bom funcionamento das partes móveis do motor, além de prevenir gastos desnecessários.

Ao realizar a manutenção preventiva do motor, a probabilidade de falhas é reduzida, pois as inspeções reparam e ajustam defeitos das peças, evitando irregularidades e o risco de fundir o motor.

A manutenção inclui:

– revisão sistemática;

– lubrificação periódica;

– planos de inspeção de equipamentos;

– aferição de instrumentos;

– checar os ajustes do motor;

– inspeção dos filtros de lubrificante, ar e combustível;

– troca de óleo.

O período de uma revisão para a outra depende muito da recomendação do fabricante e das horas de funcionamento da sua máquina ou quilômetros rodados pelo seu bruto.

Benefícios da manutenção preventiva do motor 

Aumento da vida útil do motor, bom estado técnico e operacional, conservação, prevenção de interferências externas que geram alto custo de correção, redução de riscos de falhas e quebras.

Não se esqueça: consulte sempre o manual para saber exatamente o tempo de uma manutenção para outra. Outro lembrete: anote as datas de manutenção. Assim, você não perde as contas e fica sempre em dia com seu companheiro.

Motores para Geração de Energia

A nova linha de motores da FPT para Geração de Energia é ideal para atender diversas aplicações. Bancos, hospitais, canteiros de obra, shopping centers, estaleiros e até para uso doméstico: onde quer que se precise de energia constante, existe um motor especialmente desenvolvido para atender.

Os motores das séries F1, NEF e Cursor possuem diversidade de aplicação e uma vasta gama entre 32 a 770 kW – todos desenvolvidos com preocupação ambiental. O modelo Cursor 13 é silencioso e ideal para ser utilizado em grandes indústrias, hospitais, fábricas e condomínios. Sua elevada capacidade de produção de energia elétrica e potência máxima merecem destaque. Em sua configuração mais potente, o motor é capaz de atingir o pico máximo de 470kW de pura potência.

Já a série F5 também segue a tendência da FPT Industrial em desenvolver motores com design compacto e com baixo custo de manutenção. O modelo F32 SM1A, por exemplo, tem capacidade para 2.9 litros de combustível e atinge potência “prime” máxima de 38 kW, com desempenho superior, se comparado aos concorrentes.

Com isso, a FPT Industrial mantém seus padrões de confiabilidade já reconhecidos no mercado. Isso é o resultado de uma ampla pesquisa e de um trabalho inovador para atender todos as aplicações com qualidade.

Tecnologia e sustentabilidade andam juntas na FPT

Pensar em motores eficientes e sustentáveis foi, por um tempo, um sonho distante. O diesel, por exemplo, até 2011, foi apontado como o responsável por 53% das emissões de CO2 na atmosfera. Por esses e outros fatores, no ano passado, a ONU estipulou para o Brasil uma meta de redução de 43% na emissão de gases do efeito estufa, até 2030.

Por isso, desenvolver produtos que aliam tecnologia, eficiência e sustentabilidade é um grande desafio que vem apresentando bons resultados para as grandes montadoras. Sempre ligada em inovações e pesquisas científicas, a FPT lançou recentemente o motor Cursor 9 GNV, que é movido a combustível alternativo, com emissões próximas a zero e ajustável a uma transmissão automatizada para o segmento de pesados. Além dele, foram desenvolvidos também os motores F1C, N60 e Cursor 8 com potências que vão de 136 a 400 cv.

Dentro desse objetivo de apresentar soluções que ofereçam um bom desempenho, reduzam o consumo de combustível e minimizem as emissões de poluentes, a FPT usa algumas abordagens no desenvolvimento de seus motores:

– Melhorar a eficiência da energia;
– Melhorar o desempenho ambiental de motores convencionais;
– Aumentar o uso de combustíveis alternativos.

Além disso, o plano ambiental da empresa determina alguns objetivos que são muito importantes para que toda a organização e interação seja mantida, ganhando em produtividade e eficiência. Dentre eles:

– Emissões de ar: monitoramento contínuo de emissões principais que podem resultar de processos de fabricação ou da combustão de combustíveis fósseis;
– Gerenciamento de água: esforços constantes na redução do consumo total da água e em manter uma alta qualidade da água descartada;
– Gerenciamento de resíduos: melhora do método de gerenciamento de resíduos tanto pela redução da quantidade resíduos gerados quanto por aumento de taxas de recuperação e reutilização destes.

Com pequenos passos, a responsabilidade e o respeito ambiental tomam forma, na busca por um mundo mais sustentável.

Reduzindo a poluição atmosférica com o ARLA 32 nos motores FPT

Os veículos têm uma participação significativa na redução da qualidade do ar. A queima do diesel é uma das principais causas de emissão de NOx (Óxido de Nitrogênio) que, por sua vez, é uma das principais fontes de poluição atmosférica. Por isso, é necessário que os motores possuam um sistema que funcione como um filtro, realizando a chamada Redução Catalítica Seletiva. O SCR-NOx reduz o NOx em nitrogênio (N2) e água (H2O), na presença de um agente redutor.

Os motores do Iveco Stralis são um bom exemplo na realização de SCR. Em suas duas versões (o Stralis oferece duas opções de motorização FPT: Cursor 9 e 13), ele atende às normas do Proconve-P7, reduzindo a emissão de poluentes em até 85% e otimizando o consumo de combustível. Isso graças ao ARLA 32, um agente redutor líquido presente nos motores FPT e que, ao entrar em contato com o NOx, realiza a conversão do mesmo em substâncias menos nocivas ao meio ambiente.

O que é o ARLA 32 e como funciona?

O ARLA 32 não é um combustível nem um aditivo para combustíveis. Ele é uma substância inofensiva, composta por ureia, e inserida em um tanque próprio, localizado no veículo. Por não ser inflamável nem explosivo, ele é de fácil transporte e manuseio. A substância deve ser injetada no tubo de exaustão, localizado em frente ao catalisador SCR. Conforme a temperatura aumenta, o ARLA 32 se converte em amônia e dióxido de carbono. Quando o óxido de nitrogênio (NOx) gasoso do tubo de exaustão reage com a amônia dentro do catalisador, as moléculas nocivas de NOx são convertidas em nitrogênio e água, que é liberada na atmosfera como vapor, reduzindo o número de poluentes comuns do combustível.

Para garantir o funcionamento correto do seu sistema SCR, lembre-se de utilizar apenas ARLA 32 de alta qualidade e certificado. Um reagente inferior ou similar não é puro o suficiente e pode contaminar o sistema com impurezas.

 

 

 

Conheça os benefícios e as vantagens do uso do GNV

Em julho, a FPT alcançou a marca de 30 mil motores movidos a Gás Natural Veicular (GNV) vendidos em todo o mundo. Essa tecnologia equipa veículos comerciais leves, caminhões médios e até pesados, além de ônibus urbanos.

Considerado o gás mais limpo do mercado, o GNV é um gás derivado do Petróleo, composto basicamente por Metano e Etano. Os motores movidos a GNV têm uma queima muito mais limpa (geram até 80% menos CO2 que motores correspondentes a Diesel), menores ruídos (cerca de 3 dB a menos, sendo ideais para operações noturnas e em grandes centros), maiores intervalos de manutenção e geram economia de combustível superior a 20%.

Atualmente é possível produzir em fazendas ou indústrias, através da decomposição anaeróbia de matéria orgânica, um gás equivalente ao GNV – o Biometano – que, após filtrado e devidamente purificado (de acordo com os padrões estabelecidos pela ANP), pode abastecer veículos movidos a GNV sem qualquer problema ou mudança de desempenho. Ele pode ser gerado através da decomposição de restos de alimentos, dejetos e excrementos de animais, como porcos, galinhas etc. Sendo assim, o motor a GNV pode operar com Biometano normalmente, e nesses casos, a economia de combustível pode chegar a 40%, com balanço de Carbono bem próximo de zero.

Conheça outras vantagens do GNV:

– ele não é tóxico nem irritante no manuseio;

– ele é menos denso que o ar atmosférico. Por isso, em caso de vazamentos, sua rápida dissipação na atmosfera reduz a probabilidade de inflamação;

– ele é comercializado cumprindo elevados padrões de segurança, o que elimina em quase 100% a possibilidade de escape do gás para o meio ambiente, sendo, portanto uma opção sustentável;

– a formação de poucos resíduos na combustão e por ser um combustível limpo e seco, permite que não haja mistura nem contaminação ao óleo lubrificante, o que aumenta o intervalo entre as trocas de óleo.

Aplicação nos motores FPT

A FPT possui em seu portfólio motores movidos a GNV, GLP e Biometano com potências entre 100 e 280 kW, com torques de 350 a 1700 Nm. São equipados com injeção eletrônica multiponto, turbocompressor com válvula wastegate e intercooler, sistema de controle em malha fechada, com combustão estequiométrica e catalisador de 3 vias, atendendo aos mais restritos limites de emissões de poluentes.

Podem equipar veículos de distribuição urbana, coleta de resíduos, transporte de passageiros e transporte rodoviário.

Lembre-se: ao abastecer um veículo movido a GNV, desligue o motor, o rádio e o celular. Apague também os faróis e não fume. A pressão máxima de abastecimento não deve ultrapassar os 220 Kgf/cm2. Fique de olho!

Texto por: Embaixador Gustavo Teixeira.

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FPT lança motor Cursor 9 GNV e aumenta portfólio de produtos movidos a gás natural

Sustentabilidade e responsabilidade ambiental são primordiais na criação e desenvolvimento dos motores FPT. Prova disso é o lançamento do motor Cursor 9 GNV, movido a combustível alternativo, com emissões próximas a zero e ajustável a uma transmissão automatizada para o segmento de pesados. O lançamento para a América Latina aconteceu no IAA 2016, evento de tecnologia no transporte, realizado na Alemanha.

Quando comparada a outros motores GNV presentes no mercado, a nova tecnologia tem a seu favor diversas melhorias como capacidade para funcionar com GNV, Biometano ou GLP, com consumo de combustível mais reduzido graças a seu novo processo de combustão, mais estável e que se adapta melhor a diferentes níveis de qualidade de gás. Além disso, é cinco decibéis mais silencioso que motores equivalentes com tecnologias anteriores.

“Temos mercados ideais para esta tecnologia, principalmente em países como Peru, Chile, Colômbia e Argentina”, explica o Presidente da FPT Industrial na América Latina, Marco Aurélio Rangel.

Naturalmente Poderoso

O Cursor 9 GNV carrega esse slogan e não é à toa:  ele garante equivalência em torque e potência à sua versão diesel com potências de 300 a 400 cavalos, sempre @ 2000 rpm, e torques de 1.300 a 1.700 Nm @ 1.200 rpm. O motor de seis cilindros e 24 válvulas (quatro por cilindro) pode ser abastecido com gás natural comprimido (GNV) ou gás liquefeito de petróleo (GLP). Em comparação com o diesel, as emissões de CO2 de veículos movidos a gás natural são significativamente menores. E o mais interessante: pode ser instalado em todos os tipos de configuração de tração de caminhões pesados 4×2, 6×2 e 8×2 ou em ônibus.

O motor dispensa o uso do componente EGR para recirculação de gases de escape e do SCR, para redução catalítica seletiva. No entanto, utiliza um catalisador simples de três vias localizado na extremidade do tubo de escape com uma estrutura integrada revestida por metais preciosos. Além disso, o Cursor 9 GNV possui novos injetores de combustível multiponto que permitem uma taxa de fluxo superior às versões anteriores.

Mais de 25 anos em tecnologia de motores GNV

A FPT Industrial atingiu neste ano a marca de 30 mil motores GNV vendidos ao longo de décadas de experiência no desenvolvimento de novas tecnologias em motores. Pioneira neste tipo de tecnologia, a fabricante possui amplo portfólio para operações com GNV, que inclui os motores F1C, N60, Cursor 8 e Cursor 9, com potências que vão de 136 a 400 cv. Todos aplicáveis em veículos comerciais leves, caminhões médios, semipesados e pesados, além de ônibus urbanos e máquinas agrícolas.

Já são 30 mil motores GNV vendidos no mundo

A FPT Industrial, uma das maiores produtoras de motores industriais do mundo, tornou-se líder na Europa no mercado GNV ao alcançar neste ano a marca de 30 mil motores comercializados desde que estreou no segmento. Na América Latina, a FPT Industrial já possui clientes que utilizam a tecnologia para equipar veículos com aplicações dedicadas, bem como em ônibus urbanos.

Com um portfólio amplo para operação com GNV, a marca possui os motores F1C, N60 e Cursor 8, com performances de 100 kW (134 cv) e 350 Nm torque, a 243 kW (326 cv) e 1.300 Nm de torque. Todos aplicáveis em veículos comerciais leves, caminhões médios e pesados e em ônibus urbanos.

Em parceria com a Iveco, a FPT Industrial desenvolveu três veículos movidos a GNV que estão sendo testados. Em Porto Alegre, roda em testes o Tector 170E20G coletor de lixo equipado com o N60. Em São Paulo, outro Tector 170E20G AT coletor de lixo equipado com N60 GNV também está em fase de avaliação. Já na linha comerciais leves, ambos equipados com motores F1C, dois Daily GNV, um 35S14G na versão furgão e um Chassi Cabine para aplicação urbana, estão sendo testados em Minas Gerais e em São Paulo, respectivamente. Apesar de ser uma tecnologia recente no Brasil, os motores GNV já são amplamente utilizados em vários países ao redor do mundo.

As emissões da linha de motores GVN atendem ao limite atual para pesados no Brasil conforme a legislação PROCONVE P7 e atendem ainda ao padrão EEV (Enhanced Environmentally-friendly Vehicles), um limite de emissões europeu voluntário, entre Euro V e Euro VI, o qual demonstra que os motores são menos poluentes que os motores P7 produzidos e comercializados atualmente.