Intercooler: por que ele é tão importante?

Cada vez mais, o intercooler ganha importância entre os elementos do motor. No post de hoje, você vai saber o que é o intercooler, como ele funciona e por que ele é tão importante.

Em linhas gerais, o intercooler tem a função de resfriar o ar que está sendo pressurizado antes de ele entrar no motor. E qual a vantagem disso? Imagine que a turbina do motor esteja puxando o ar da admissão a uma temperatura de 30°. Quando esse ar é pressurizado, a sua temperatura pode se elevar a 80°, por exemplo. Ou seja, um ganho de 50° de temperatura. A temperatura mais alta deixa o ar mais dilatado, reduzindo a quantidade de oxigênio e fazendo com que as moléculas fiquem mais distantes umas das outras.

E por que isso não é bom para o motor? O cilindro tem uma certa capacidade de volume e, ao injetar o ar dilatado, menos oxigênio é utilizado na câmara de combustão, reduzindo assim o torque e a potência do motor. Além disso, o pistão eleva ainda mais a temperatura da mistura ar-combustível injetada para dentro do cilindro e, se essa mistura já entrar no compartimento a uma temperatura mais baixa, evita que o ar se dilate muito. A temperatura amena do ar também ajuda a resfriar o cilindro, o pistão e todas as outras peças que sofrem o impacto da mistura ar-combustível quente. Em resumo, o intercooler não serve apenas para aumentar o torque e a potência do motor, ele serve também para ajudar a preservar a temperatura da câmara de combustão.

O intercooler nada mais é do que um trocador de calor. Por ficar posicionado na parte frontal do veículo, ele consegue aproveitar o ar do ambiente, deixando a parte de metal mais fria, o que, consequentemente, vai resfriar o ar que passa pelas galerias da peça. Nesse aspecto, é importante dizer que a temperatura do ar do ambiente vai interferir na eficiência do resfriamento do intercooler. É dizer que o intercooler de um veículo rodando a uma temperatura ambiente de 5°, por exemplo, terá uma eficiência maior do que um intercooler de um carro rodando em um lugar com o clima a 35°.

Como você pode ver, as vantagens em se utilizar o intercooler são imensas. Não esqueça nunca de seguir corretamente os procedimentos de manutenção e verificações periódicas nesta peça.

Qual é o melhor óleo para o seu motor?

Pesquisas apontam que 75% do desgaste do motor ocorre no momento da partida. Isso porque, nesse pequeno intervalo, o motor trabalha a seco. Os motores funcionam a partir do movimento de peças e articulações das quais é composto. Enquanto estão em funcionamento, a todo tempo, há partes se movendo e causando atrito no contato umas contra as outras. Essa fricção converte a energia em calor. Para que esse contato não danifique por completo o motor, a lubrificação é de extrema importância e ainda ajuda a economizar energia e deixar o equipamento em boas condições de uso.

 

Na hora da partida, o lubrificante precisa fluir o mais rápido possível para desempenhar o seu papel e ajudar o funcionamento do motor.

Mas como saber qual é o melhor lubrificante?

 

Atualmente, existem vários óleos lubrificantes que, basicamente, ajudam o motor a rodar. A troca regular desse óleo é um dos processos mais importantes para garantir o bom desempenho de qualquer veículo – já que a lubrificação adequada atenua o atrito entre as peças dentro do motor.

 

Por isso, precisamos ficar sempre atentos ao estado de conservação dos componentes básicos do motor, procurando sempre entender quais produtos usar, entendendo como cada um atua, assegurando também o funcionamento pleno do motor e seus sistemas. Nesse momento, a dica básica (e sempre válida) é não deixar de seguir as recomendações do fabricante do veículo na hora da troca do óleo. É preciso observar, ainda, a viscosidade SAE do produto.

 

A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem do produto e, normalmente, é apresentada assim: 0W-20, 5W-30, 10W-40, 15W40 entre outros. Estes números são relativos à viscosidade de produtos automotivos tanto na partida (com o W) quanto na temperatura de regime de trabalho do motor (sem o W), conforme regulamentado pela SAE – Sociedade dos Engenheiros Automotivos;

 

É muito importante utilizar produtos com viscosidade menor no momento da partida. É que o óleo perde um pouco a viscosidade com o calor, o que faz com que seja extremamente importante seguir as orientações recomendadas pela montadora. Quanto maior a numeração, mais viscoso é o óleo, e consequentemente, maior será a resistência à fluidez.

 

Você tem trocado o óleo do seu motor com frequência, em suas manutenções preventivas?

 

Saiba mais sobre o assunto em:

Cuide do seu motor FPT fazendo manutenções preventivas.

Cuide do seu motor FPT fazendo manutenções preventivas

Você sabia que a manutenção preventiva é muito importante para a saúde do motor? Seja de caminhões, embarcações, máquinas de construção ou agrícolas, fazer manutenções preventivas regularmente é necessário para o bom funcionamento das partes móveis do motor, além de prevenir gastos desnecessários.

Ao realizar a manutenção preventiva do motor, a probabilidade de falhas é reduzida, pois as inspeções reparam e ajustam defeitos das peças, evitando irregularidades e o risco de fundir o motor.

A manutenção inclui:

– revisão sistemática;

– lubrificação periódica;

– planos de inspeção de equipamentos;

– aferição de instrumentos;

– checar os ajustes do motor;

– inspeção dos filtros de lubrificante, ar e combustível;

– troca de óleo.

O período de uma revisão para a outra depende muito da recomendação do fabricante e das horas de funcionamento da sua máquina ou quilômetros rodados pelo seu bruto.

Benefícios da manutenção preventiva do motor 

Aumento da vida útil do motor, bom estado técnico e operacional, conservação, prevenção de interferências externas que geram alto custo de correção, redução de riscos de falhas e quebras.

Não se esqueça: consulte sempre o manual para saber exatamente o tempo de uma manutenção para outra. Outro lembrete: anote as datas de manutenção. Assim, você não perde as contas e fica sempre em dia com seu companheiro.

Reduzindo a poluição atmosférica com o ARLA 32 nos motores FPT

Os veículos têm uma participação significativa na redução da qualidade do ar. A queima do diesel é uma das principais causas de emissão de NOx (Óxido de Nitrogênio) que, por sua vez, é uma das principais fontes de poluição atmosférica. Por isso, é necessário que os motores possuam um sistema que funcione como um filtro, realizando a chamada Redução Catalítica Seletiva. O SCR-NOx reduz o NOx em nitrogênio (N2) e água (H2O), na presença de um agente redutor.

Os motores do Iveco Stralis são um bom exemplo na realização de SCR. Em suas duas versões (o Stralis oferece duas opções de motorização FPT: Cursor 9 e 13), ele atende às normas do Proconve-P7, reduzindo a emissão de poluentes em até 85% e otimizando o consumo de combustível. Isso graças ao ARLA 32, um agente redutor líquido presente nos motores FPT e que, ao entrar em contato com o NOx, realiza a conversão do mesmo em substâncias menos nocivas ao meio ambiente.

O que é o ARLA 32 e como funciona?

O ARLA 32 não é um combustível nem um aditivo para combustíveis. Ele é uma substância inofensiva, composta por ureia, e inserida em um tanque próprio, localizado no veículo. Por não ser inflamável nem explosivo, ele é de fácil transporte e manuseio. A substância deve ser injetada no tubo de exaustão, localizado em frente ao catalisador SCR. Conforme a temperatura aumenta, o ARLA 32 se converte em amônia e dióxido de carbono. Quando o óxido de nitrogênio (NOx) gasoso do tubo de exaustão reage com a amônia dentro do catalisador, as moléculas nocivas de NOx são convertidas em nitrogênio e água, que é liberada na atmosfera como vapor, reduzindo o número de poluentes comuns do combustível.

Para garantir o funcionamento correto do seu sistema SCR, lembre-se de utilizar apenas ARLA 32 de alta qualidade e certificado. Um reagente inferior ou similar não é puro o suficiente e pode contaminar o sistema com impurezas.

 

 

 

Saiba quais os tipos de motores em relação ao número de cilindros

Para que um motor consiga atingir potências mais altas e seja mais silencioso, ele depende diretamente dos cilindros. O uso de vários cilindros permite um torque mais regular, retomadas mais eficientes e uma marcha silenciosa, características importantes no desempenho de qualquer veículo.

O número de cilindros dos motores pode ir desde um único, como em algumas motosserras, até 14, como é o caso de caminhões, máquinas de construção e agrícolas. Em cada motor, os cilindros são agrupados de uma forma, dependendo do espaço disponível para a instalação e do tipo de veículo.

Assim, temos cilindros distribuídos em linha, contrapostos e em V.

Motores em linha

Nesses motores, os cilindros são paralelos, se movendo sempre na horizontal, ou seja: todos eles sobem e descem na mesma direção. Dessa forma, o funcionamento é uniforme, com um ganho significativo de torque em rotações mais baixas. De construção e manutenção mais simples, eles podem apresentar variações de até 14 cilindros.

Vantagens:

– A engenharia é bem mais simples. Logo, os custos de produção são menores.

Desvantagens:

– A principal desvantagem desses motores é a refrigeração. Os cilindros localizados no centro do motor se aquecem rapidamente e, por isso, o ajuste da alimentação é diferente;

– Quando mais cilindros, mais largo o motor fica, dificultando sua aplicação.

Motores contrapostos

Também conhecidos como Boxer, esses motores são largos e mais achatados. Os cilindros são montados em posição horizontal e longitudinal, proporcionando um centro de gravidade mais baixo, dando mais estabilidade e controle.

Vantagens:

– Ele ocupa menos espaço;

– Possui menor nível de vibrações, devido ao melhor balanço rotacional.

Desvantagens:

– Configuração inadequada para mais de 6 cilindros.

Motores em V

Nos motores em V, os cilindros não atuam de forma paralela. Sua forma tende a ser mais cúbica e há uma diferença de cerca de 60° entre um cilindro e outro.

Vantagens:

– Com os cilindros dispostos de forma mais compacta, a largura do motor não se alarga;

– Essa disposição favorece o resfriamento dos cilindros;

– Maior rendimento mecânico por comportar mais cilindros;

– Por ocuparem menos espaço, existem frentes mais baixas, favorecendo a aerodinâmica.

Desvantagens

– Vibração maior;

– Engenharia mais complexa;

– Maior ruído.

Os cilindros devem ser compatíveis com os motores para cada aplicação. Curtiu o detalhamento de cada tipo de motor versus seus cilindros? Tem mais alguma dúvida? Deixe um comentário aqui pra gente.

[Na foto, o motor FPT 10,3L, com seis cilindros em linha]

Curiosidades: acelerar ao ligar e desligar seu veículo pode danificar o motor?

Ligar e desligar o motor de seu veículo ou máquina não parece uma tarefa complicada, não é mesmo? Realmente não há nenhum mistério, mas quando envolvemos aceleração em meio a esses processos, é preciso tomar alguns cuidados.

Não se deve, por exemplo, acelerar o veículo logo após dar a partida. O ideal, para proteger do desgaste as peças como anéis, cilindros e pistões, é aguardar alguns segundos para que o óleo lubrificante circule por todo o motor. Quando não há esse intervalo de no mínimo 30 segundos entre os processos, ocorre um atrito metal-metal das peças do motor. E isso pode causar um desgaste prematuro dos componentes.

A regra vale, também, ao desligar o veículo. Depois de um longo período ligado, a temperatura do motor passa a ser muito alta. Por isso, o ideal é esperar um pouquinho, entre 30 e 60 segundos, com o veículo em marcha-lenta, para que aconteça uma boa circulação no sistema de arrefecimento. Ao reduzir a temperatura do motor, é reduzida também a rotação e uma boa lubrificação do turbo é realizada automaticamente, evitando danos e desgastes do motor.

Gostou da dica? Se tiver alguma dúvida sobre aceleração e desgaste do motor, deixe nos comentários!

Fonte: Blog da Iveco

Conheça os benefícios e as vantagens do uso do GNV

Em julho, a FPT alcançou a marca de 30 mil motores movidos a Gás Natural Veicular (GNV) vendidos em todo o mundo. Essa tecnologia equipa veículos comerciais leves, caminhões médios e até pesados, além de ônibus urbanos.

Considerado o gás mais limpo do mercado, o GNV é um gás derivado do Petróleo, composto basicamente por Metano e Etano. Os motores movidos a GNV têm uma queima muito mais limpa (geram até 80% menos CO2 que motores correspondentes a Diesel), menores ruídos (cerca de 3 dB a menos, sendo ideais para operações noturnas e em grandes centros), maiores intervalos de manutenção e geram economia de combustível superior a 20%.

Atualmente é possível produzir em fazendas ou indústrias, através da decomposição anaeróbia de matéria orgânica, um gás equivalente ao GNV – o Biometano – que, após filtrado e devidamente purificado (de acordo com os padrões estabelecidos pela ANP), pode abastecer veículos movidos a GNV sem qualquer problema ou mudança de desempenho. Ele pode ser gerado através da decomposição de restos de alimentos, dejetos e excrementos de animais, como porcos, galinhas etc. Sendo assim, o motor a GNV pode operar com Biometano normalmente, e nesses casos, a economia de combustível pode chegar a 40%, com balanço de Carbono bem próximo de zero.

Conheça outras vantagens do GNV:

– ele não é tóxico nem irritante no manuseio;

– ele é menos denso que o ar atmosférico. Por isso, em caso de vazamentos, sua rápida dissipação na atmosfera reduz a probabilidade de inflamação;

– ele é comercializado cumprindo elevados padrões de segurança, o que elimina em quase 100% a possibilidade de escape do gás para o meio ambiente, sendo, portanto uma opção sustentável;

– a formação de poucos resíduos na combustão e por ser um combustível limpo e seco, permite que não haja mistura nem contaminação ao óleo lubrificante, o que aumenta o intervalo entre as trocas de óleo.

Aplicação nos motores FPT

A FPT possui em seu portfólio motores movidos a GNV, GLP e Biometano com potências entre 100 e 280 kW, com torques de 350 a 1700 Nm. São equipados com injeção eletrônica multiponto, turbocompressor com válvula wastegate e intercooler, sistema de controle em malha fechada, com combustão estequiométrica e catalisador de 3 vias, atendendo aos mais restritos limites de emissões de poluentes.

Podem equipar veículos de distribuição urbana, coleta de resíduos, transporte de passageiros e transporte rodoviário.

Lembre-se: ao abastecer um veículo movido a GNV, desligue o motor, o rádio e o celular. Apague também os faróis e não fume. A pressão máxima de abastecimento não deve ultrapassar os 220 Kgf/cm2. Fique de olho!

Texto por: Embaixador Gustavo Teixeira.

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FPT lança motor Cursor 9 GNV e aumenta portfólio de produtos movidos a gás natural

Sustentabilidade e responsabilidade ambiental são primordiais na criação e desenvolvimento dos motores FPT. Prova disso é o lançamento do motor Cursor 9 GNV, movido a combustível alternativo, com emissões próximas a zero e ajustável a uma transmissão automatizada para o segmento de pesados. O lançamento para a América Latina aconteceu no IAA 2016, evento de tecnologia no transporte, realizado na Alemanha.

Quando comparada a outros motores GNV presentes no mercado, a nova tecnologia tem a seu favor diversas melhorias como capacidade para funcionar com GNV, Biometano ou GLP, com consumo de combustível mais reduzido graças a seu novo processo de combustão, mais estável e que se adapta melhor a diferentes níveis de qualidade de gás. Além disso, é cinco decibéis mais silencioso que motores equivalentes com tecnologias anteriores.

“Temos mercados ideais para esta tecnologia, principalmente em países como Peru, Chile, Colômbia e Argentina”, explica o Presidente da FPT Industrial na América Latina, Marco Aurélio Rangel.

Naturalmente Poderoso

O Cursor 9 GNV carrega esse slogan e não é à toa:  ele garante equivalência em torque e potência à sua versão diesel com potências de 300 a 400 cavalos, sempre @ 2000 rpm, e torques de 1.300 a 1.700 Nm @ 1.200 rpm. O motor de seis cilindros e 24 válvulas (quatro por cilindro) pode ser abastecido com gás natural comprimido (GNV) ou gás liquefeito de petróleo (GLP). Em comparação com o diesel, as emissões de CO2 de veículos movidos a gás natural são significativamente menores. E o mais interessante: pode ser instalado em todos os tipos de configuração de tração de caminhões pesados 4×2, 6×2 e 8×2 ou em ônibus.

O motor dispensa o uso do componente EGR para recirculação de gases de escape e do SCR, para redução catalítica seletiva. No entanto, utiliza um catalisador simples de três vias localizado na extremidade do tubo de escape com uma estrutura integrada revestida por metais preciosos. Além disso, o Cursor 9 GNV possui novos injetores de combustível multiponto que permitem uma taxa de fluxo superior às versões anteriores.

Mais de 25 anos em tecnologia de motores GNV

A FPT Industrial atingiu neste ano a marca de 30 mil motores GNV vendidos ao longo de décadas de experiência no desenvolvimento de novas tecnologias em motores. Pioneira neste tipo de tecnologia, a fabricante possui amplo portfólio para operações com GNV, que inclui os motores F1C, N60, Cursor 8 e Cursor 9, com potências que vão de 136 a 400 cv. Todos aplicáveis em veículos comerciais leves, caminhões médios, semipesados e pesados, além de ônibus urbanos e máquinas agrícolas.

Saiba aproveitar melhor os motores Off-Road

Se os motores à diesel são projetados e fabricados para trabalharem em regimes de alta requisição, imagine os motores Off-Road. Eles costumam experimentar condições de trabalho ainda mais severas que o normal e, por isso exigem cuidados extras.

Para esses tipos de aplicações mais exigentes, a FPT conta com os motores da linha NEF que estão presentes em caminhões, máquinas de construção e agrícola, barcos e geradores. Para cada aplicação, os motores passam por variações, a fim de atingir o melhor desempenho e durabilidade em cada uma delas. Essas mudanças vão desde ajustes na central eletrônica até mudanças de hardware como bloco do motor, pistões e eixo de comando. Assim, os motores conseguem uma otimização da eficiência de queima, consumo de lubrificante e redução do desgaste.

Para extrair o melhor dos motores Off-Road em suas atividades diárias, é preciso dar atenção a vários aspectos. Selecionamos alguns para que você tenha sempre o melhor aproveitamento do seu companheiro:

– um dos fatores mais destrutivos para qualquer motor é a poeira, principalmente no caso do Off-Road. Lembre-se de vedar o filtro de ar e o sistema de admissão de ar. Trocar o filtro quando necessário também é de extrema importância: com filtros adequados, você consegue melhorar e muito a performance do seu motor;

– realize revisões periódicas. O intervalo entre uma revisão e outra, varia de acordo com a quilometragem do veículo. Consulte seu concessionário ou mecânico de confiança (leia aqui, dicas de manutenção do motor);

– um sistema de refrigeração com maior capacidade, permite que o motor seja abastecido por um ar com temperatura mais baixa, que aumenta a taxa de combustão e sua performance em cerca de 20%;

– um bom sistema de escape vai permitir uma maior capacidade ao motor. Isso também diminui sua temperatura e aumenta sua performance, a partir da diminuição do seu esforço para realizar suas tarefas. Lembre-se de respeitar as especificações desenhadas para especialmente para os motores Off-Road.

Importante

Para um bom funcionamento do motor, atenção ao controle do nível e do período de troca do lubrificante:

– Nível abaixo do mínimo da vareta: pode causar falta de lubrificante no sistema, o que vai gerar desgaste e superaquecimento.

– Nível acima do máximo: vai gerar aumento da pressão de cárter causando possível vazamento de óleo e em casos mais extremos a aeração do lubrificante o que pode também levar a falta de lubrificação para o motor.

A extensão dos períodos de troca de lubrificante pode gerar tanto danos aos motores de curto e longo prazo:

– Curto prazo: aumento da temperatura média, aumento do consumo de lubrificante, aumento de desgaste.

– Longo prazo: geração de depósitos no motor, redução da vida útil e diminuição da eficiência.

Você tem algum segredo para aumentar a produtividade do seu motor? Escreva nos comentários.

Colaboração: Embaixador Diego Ruan

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Você conhece o Cursor 9 Bi-Fuel?

O Cursor 9 da FPT foi criado pensando em oferecer mais rentabilidade e economia, aliadas à sustentabilidade. Essa linha de motores oferece duas possibilidades de potência: a de 330 cavalos (1.300 Nm) e a de 360 cavalos (1.500 Nm). Além disso, possui seis cilindros, capacidade de nove litros, sistema de injeção common rail e utiliza o sistema de redução catalítica SRC, que já está dentro das normas solicitadas pelo Proconve-P7. O motor conta com o sistema “Bi-Fuel”, o qual permite a utilização de Diesel e/ou Etanol.

Em questão de economia, o motor bicombustível alcança uma taxa de substituição de até 40% sobre a quantidade de diesel utilizada, com uma performance dinâmica idêntica à de um motor diesel normal.* Esse sistema contribui também para a redução do uso de combustíveis fósseis, além de otimizar o potencial de utilização da energia da cana de açúcar.

Outras vantagens nesse sistema são a economia no custo de combustível por quilômetro rodado, além de se alcançar um motor 100% reversível ao diesel*, sendo possível utilizá-lo somente com este combustível, caso seja essa a preferência do transportador, o que valoriza a revenda do veículo.

O Cursor 9 é ideal para aplicações rodoviárias de curtas e médias distâncias, além de off-road e agricultura. Alguns dos veículos comerciais que já utilizam esse motor são: o Iveco Stralis, as colheitadeiras CR6080 e CR9060 da New Holland Agriculture, o trator Magnum e as colheitadeiras A8000, A8800 e Axial-Flow 7230 da Case IH.